sexta-feira, 26 de março de 2010

O papel da Internet na "paquera"

   
Augusto Nunes entrevista o psicólogo Ailton Amélio da Silva, especialista em relacionamento amoroso. Nesse bloco, ele fala sobre os diferentes estágios de um relacionamento, o papel da Internet, do MSN na hora da paquera, e sobre os tímidos, que são 50% da população.

3 comentários:

  1. Sempre que eu vou visitar minha avó (Carmela) falamos sobre relacionamentos e namoros, aliás, das diferenças que há entre os casais de sua época e os atuais.
    Ela morava no norte da Espanha (Santander) quando foi enviada a Madri para conhecer seu futuro marido (meu avô Leonardo). As famílias se conheciam, mas, eles não se tinham falado nunca. Meus avôs se casaram por decisão dos pais. Sempre disse que teve muita sorte. Ela se divertia com o andaluz requintado que a fazia rir.
    A irmã dela (Isabel) escolheu seu homem, porém, não teve sorte. Ele mudou o jeito ao dia seguinte do casamento. (O Valentin) Virou ingrato e violento. Embora fosse um homem ruim, o pai dela (meu bisavô), decidiu que teriam que ficar juntos para sempre. A decisão tinha sido feita e aprovada pela igreja.
    Minha avó Carmela sempre tem sido feliz, no entanto, ela acha que agora é bem mais fácil. Se tivesse podido escolher preferiria ter morado com seu namorado antes do casamento.
    Considera-se a si mesma uma velhinha progressista porque acha que a virgindade não é uma coisa importante. Em sua opinião, há muitas regras que foram feitas para incomodar as mulheres.
    Minha avó sempre disse que embora o tipo de casais tenha mudado muito, o sentimento de amor sempre é o mesmo. As pessoas e os sentimentos permanecem, só é a forma de paquerarmos que evolui com o tempo.
    Eu recitei toda esta história porque me veio à cabeça escutando o psicólogo Ailton Amélio da Silva...
    Falando no vídeo, gostei muito da explicação sobre a paquera na web.
    Assim que formos tímidos encontraremos facilidades para flertar na internet.

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  2. Nossa, Paloma! Se a sua avó souber que você "blogou" toda a trajetória romântica da sua família, ela vai ficar uma fera... Brincadeira! Adorei a sua história e acho que a sua avó, mesmo sem conhecê-la, é uma mulher sábia. Viva o romanticismo, dentro e fora da Internet!

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  3. Achei a entrevista com o psicólogo interessante e engraçada! Eu concordo com ele quando fala do papel da internet na paquera; esta tecnologia é mais útil para manter ou desenvolver um relacionamento do que para começá-lo. Pessoalmente, nunca gostei da internet para paquerar; aliás, acho que sou uma “mulher de antigamente”, porque gosto das relações diretas, preciso de ver e escutar uma pessoa para que ela me fascine. Além disso, a internet sempre me deu medo na hora de estabelecer contactos com desconhecidos. Ainda que o uso dos e-mails ou do Msn possa ser bom para manter o contacto, considero que estes instrumentos não podem substituir gestos mais “clásicos”. Por exemplo, no primeiro encontro com o meu namorado combinamos no centro para ir ao teatro; depois ele insistiu para me levar a casa. Pegamos o ônibus (ele não tinha carro nesse periodo) e dado que já era noite éramos os únicos viajantes. Ele me deixou na porta da minha casa e eu achei súper romântico! Para mim isso valeu muito mais do que um bonito e-mail!
    Melania

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