A substância do amor
Como funciona a oxitocina, responsável por estabelecer e reforçar os vínculos afetivos entre mãe e filho – e entre amigos, namorados, amantes...
Madonna dei Palafrenieri, de Caravaggio (1571-1610)
Produzida no cérebro, a oxitocina é fundamental para fazer com que a mulher se empenhe nos cuidados maternos básicos e na proteção de seu filho contra os perigos. Um simples olhar dela para seu rebento faz com que seu cérebro seja inundado pela "molécula do amor".
Edição 2165 - Revista VEJA
O amor é química, mas, acho que ainda não está tudo estudado... Ay! Se fosse tão simples!
ResponderExcluirDe qualquer jeito, a oxitocina é muito legal. Vamos regar a cidade!
Eu já disse noutro comentário sobre a neurociência e o amor, que o amor não é só química, que o que diferença ao ser humano dos outros animais é o raciocínio, a capacidade de pensar e de raciocinar. Nós temos um cérebro, uma vontade, uma alma... A química está presente no amor, o amor é uma mistura da vontade e da química, mas a vontade, o raciocínio, é mais importante. Não há que confundir a causa e o efeito, os hormônios são o efeito.
ResponderExcluirUma mãe ama mais a seu filho que ao bebê de sua melhor amiga e em ambos casos tem a oxitocina. Eu posso apaixonarme pela mulher que tenho à direita, tendo outra à esquerda e outra em frente, as três belíssimas, porém escolho à da direita, tendo a mesma oxitocina quando olho às três. Acho que a oxitocina aumenta a resposta do amor, a ação do amor, mas eu escolhi antes.
ÀS vezes os cientistas, com o afã de explicar tudo cientificamente, perdem o sentido da realidade.
Falando de outra coisa, o viagra feminino é um invento muito legal, não é?
Ai, gente! Morri de rir...kkkkkk
ResponderExcluirTambém concordo plenamente com o Ramón, pois a "invenção" exclusiva do viagra masculino tinha um toque de discriminação quanto à libido feminina. Com certeza, entre esses cientistas haverá alguma mulher precisando de uma ajudinha no tema...